Volta e meia há momentos de esforço muito grande que são compensados por uma sensação de paz e integridade a médio/longo prazo. Enquanto duram, arde. Na pele e noutros órgãos mais sensíveis (não erógenos, à partida). É uma dor que não traz prazer senão o do recolhimento, que vejo até mais como uma necessidade (que não devia ter que ser motivada por algo externo, muito menos prejudicial). Este esforço que falo, dedica-se à conservação dos meus princípios e aspirações estéticas. Implica não cair em reações que facilmente geram ciclos nos quais não me revejo, atualmente, nem quero. Agarro-me assim ao corrimão, com todas as forças que tenho, por mais que as mãos suem. Não pretendo cair, continuo a marcha.

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